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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

SÁBADO, 24, ÀS 15h00, NO LARGO CAMÕES, LISBOA

SÁBADO, 24, ÀS 15h00, NO LARGO CAMÕES, LISBOA

Manifestação, sábado, 24 de Janeiro.


O brutal ataque que o governo de Israel desencadeou sobre a população da Faixa de Gaza a 27 de Dezembro, traduziu-se num criminoso massacre, numa destruição e numa catástrofe humanitária sem precedentes. Mais de 1300 palestinianos foram mortos, entre os quais 417 crianças e 107 mulheres cobardemente assassinados.
Exigimos o fim dos massacres que há mais de 60 anos são perpetrados contra o povo palestiniano
Os bombardeamentos e a invasão foram mais um exemplo da política de terrorismo de Estado de Israel numa guerra desigual contra o povo da Palestina e contra o seu inalienável direito a construir o seu Estado independente e soberano em solo da Palestina.
As bombas deixaram de cair na Faixa de Gaza mas a actual situação de cessar-fogo é frágil. As declarações e discursos políticos de Israel não dão qualquer garantia de que novos massacres não voltem a acontecer. O espectro da reocupação de Gaza permanece actual, o criminoso bloqueio ao território mantém-se, tal como permanece a ocupação da Palestina, a construção dos colonatos, o muro de separação e o autêntico genocídio do povo palestiniano.
As bombas deixaram de cair mas a Paz não chegou ao Médio Oriente. Essa só terá lugar com o reconhecimento dos direitos nacionais do povo palestiniano, com o estabelecimento do Estado da Palestina nas fronteiras anteriores à guerra de ocupação de 1967, com capital em Jerusalém Leste. A luta continua por uma Palestina livre e independente!
As organizações promotoras da Manifestação que tem lugar em Lisboa, no Largo Camões, no dia 24 de Janeiro, às 15 horas, apelam a todos os homens e mulheres de paz que unam as suas vozes em solidariedade com o povo palestiniano que resiste e luta:
Pelo Fim dos massacres do Povo Palestiniano
Pela investigação e processamento dos responsáveis israelitas pelos crimes de guerra e contra a Humanidade
Pelo Fim ao Bloqueio a Gaza
Pelo Fim à Ocupação da Palestina
Por uma Paz Justa e duradoura no Médio Oriente

(em http://resistir.info)


Mais informação sobre acções de solidariedade com o povo da Palestina, no site do Conselho Português para a Paz e a Cooperação

http://www.cppc.pt

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Palestina: SESSÃO PÚBLICA DE ESCLARECIMENTO


Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009 – 18.30 horas

Na Sede da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

Rua da Palma, 248 – Lisboa
Intervenções dos Dirigentes do MPPM:

CARLOS ALMEIDA, Investigador Científico

JOSÉ MANUEL GOULÃO, Jornalista


MPPM – MOVIMENTO PELOS DIREITOS DO POVO PALESTINO E PELA PAZ NO MÉDIO ORIENTE

domingo, 4 de janeiro de 2009

PROTESTOS EM LISBOA CONTRA O MASSACRE DE GAZA

PROTESTOS EM LISBOA CONTRA O MASSACRE DE GAZA
Acções de protesto contra o massacre da população de Gaza:

  • Dia 5 de Janeiro, Largo de S. Domingos (Rossio), 18 horas
  • Dia 8 de Janeiro, Embaixada de Israel, 17 horas

  • Estas acções estão a ser convocadas e organizadas pela CGTP, Comité de Solidariedade com a Palestina, CPPC, TPI, MDM, BE, Abril, FER, Rubra, PO, SOS Racismo, MDPPM, Gueto e outras entidades.

    quarta-feira, 26 de novembro de 2008

    “EU NÃO SOU CÚMPLICE”

    2008 tem sido um ano negro da violência doméstica em Portugal. Homicídios e tentativas de homicídio ultrapassam os números dos últimos 5 anos. Apesar de toda a consciencialização social, os dados apontam para um agravamento do problema. Urge, pois, enfrentá-lo com respostas mais eficazes.
    Neste sentido, a UMAR lança uma campanha dirigida aos homens para que estes se solidarizarem com as vítimas de violência, retirarem o apoio aos agressores e se demarcarem publicamente dos seus actos.
    A campanha "Eu Não Sou Cúmplice" tem o objectivo de mobilizar as energias masculinas para esta batalha dos direitos humanos que está longe de estar ganha.
    Se repudia toda e qualquer violência contra as mulheres, comprometendo-se na consciencialização e intervenção social da sociedade para a igualdade de género e promoção de uma cultura de não violência;
    Se apela a todos os homens que não sejam cúmplices e testemunhas passivas da violência contra as mulheres, faça-se ouvir:
    Assine a petição.
    Assine! Divulgue!


    www.eunaosoucumplice.wordpress.com

    segunda-feira, 17 de novembro de 2008

    quinta-feira, 6 de novembro de 2008

    Nova revista: Jogos Sem Fronteiras - lançamento esta noite, em Lisboa


    Festa de lançamento da revista
    Jogos Sem Fronteiras,(número zero)
    no dia 6 nov, 21h no Crewhassan,
    Rua das Portas de Sto Antão, 159
    com Pedro e Diana Vera Cruz
    A revista Jogos sem Fronteiras entende a fronteira não como um sulco mas como um programa "cujo funcionamento investe e percorre todo o conjunto das relações sociais", como uma operação que está permanentemente a ser reactualizada no espaço, nas disciplinas e nos nossos próprios actos, como uma polícia especializada em separar quem é de quem não é, como uma linha que nos atravessa a todos e de que é importante falar.
    Jogos sem Fronteiras, número zero:
    IDEIAS
    Êxodo: corpos migrantes vidas ilegais - Ricardo Noronha
    Sobre os campos da Europa - Ana Maria Bigotte Vieira
    Fronteiras, migrações, cidadania - Sandro Mezzadra
    Todos somos migrantes - Regina Guimarães
    A Lusofonia é uma bolha! - Marta Lança
    EXPERIÊNCIAS
    Quando a realidade ultrapassa a ficção - Colectivo Casa Viva
    A justiça na fila de espera - Christiane Machado Coelho
    A expulsão - José Nuno Matos
    Seis horas em Lisboa - António Tomás
    Um silêncio colado à língua - 'Imigrantes' afro-moçambicanos em Portugal - Sheila Khan PRÁTICAS
    Projecto Bab Sebta - Pedro Pinho, Frederico Lobo e Luísa Homem
    Fadaiat - Ana Maria Bigotte Vieira
    Estrangeiro é a tua avô! - entrevista sobre teatro no Conselho Português de Refugiados a Miguel Castro Caldas
    Escrever uma contra-geografia - Ursula Biemann
    Tudo sobre controlo - Bettina Wind e Alexandra Dias Ferreira
    imagens_Kiluanji Kia Henda, Pizz Buin e capa a partir de Buckminster Fullerdesign gráfico_ Inês Barros e Pedro Prata
    contacto contactosjogosemfronteira@gmail.com
    964878330 / 965013463

    distribuição_ler levagar / letra livre / franco-português / pó dos livros
    preço_ 4 euros

    quarta-feira, 5 de novembro de 2008

    Semana da Palestina - A Cultura de Um Povo

    O dia 29 de Novembro foi proclamado, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina. Celebrado todos os anos, comemora a Resolução 181, de 29 de Novembro de 1947, que proclamava a partilha da Palestina em dois Estados – um judaico e um árabe – mas que jamais foi cumprida no que respeita à criação do
    Estado Palestino. No ano do 61º aniversário, o MPPM assinala a efeméride com um conjunto de iniciativas, integradas nesta SEMANA DA PALESTINA, que evocam a luta deste povo mas mostram, também, a vitalidade da sua cultura.

    SOLIDARIEDADE | TERÇA, 18 DE NOVEMBRO | 21 HORAS
    Sessão Pública de Solidariedade com o Povo Palestino em Luta por uma Independência Soberana e uma Paz Justa
    Sessão presidida por: José Neves | Intervenções de: José Saramago, Embaixadora Randa Nabulsi, José Manuel Pureza, Carlos Carvalho, Frei Bento Domingues
    CASA DO ALENTEJO | RUA DAS PORTAS DE STº ANTÃO, 58 - LISBOA | ENTRADA LIVRE

    PINTURA & GASTRONOMIA | SEXTA, 21 DE NOVEMBRO | 20 HORAS
    A Pintura de Ismaïl Shamut
    Exibição de um breve documentário sobre a obra do pintor palestino Ismaïl Shamut | Inauguração da exposição de obras de artistas portugueses doadas para benefício da Delegação-Geral da Palestina em Portugal
    Jantar com Sabores da Palestina
    Jornada gastronómica com pratos típicos palestinos (humus, malfuf, falafel, maqluba, harissa e outros)
    GRUPO SPORTIVO ADICENSE | RUA DE S. PEDRO, 20 (ALFAMA) - LISBOA | INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
    TELEFONES 213889076 / 917407005

    POESIA | SEGUNDA, 24 DE NOVEMBRO | 21 HORAS
    Evocação do Poeta Palestino Mahmud Darwich
    Vida e Obra de Mahmud Darwich por Júlio de Magalhães | Poemas ditos por Maria do Céu Guerra, Bárbara Guimarães, João D’Ávila, Shahd Wadi e Aqid Yaghi |
    Testemunho pessoal da Embaixadora Randa Nabulsi
    LIVRARIA CÍRCULO DAS LETRAS - RUA AUGUSTO GIL, 15B (AV. ROMA) - LISBOA | ENTRADA LIVRE

    CINEMA | TERÇA, 25 DE NOVEMBRO | 21 HORAS
    Exibição do Filme Franco-Palestino “Intervenção Divina”
    Filme realizado por Elia Suleiman (2002) | 92 minutos, cor | Prémio do Júri e da Crítica Internacional do Festival de Cannes,
    2002
    TEATRO CINEARTE - A BARRACA | LARGO DE SANTOS, 2 - LISBOA | ENTRADA LIVRE
    INFORMAÇÃO | SEXTA, 28 DE NOVEMBRO | 18 HORAS

    Colóquio sobre a Situação Actual na Palestina
    Com a presença de um Dirigente Palestino, um elemento da Direcção Nacional do MPPM e Jornalistas convidados
    LOCAL A DESIGNAR | ENTRADA LIVRE

    ORGANIZAÇÃO
    MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
    Rua Silva Carvalho, 184 – 1º Dtº | 1250-258 Lisboa
    Tel. 213 889 076 | Fax 213 889 136 | mppm.palestina@gmail.com

    sexta-feira, 31 de outubro de 2008

    Exibição do documentário - Iraque: Histórias de Mulheres


    Iraque: Histórias de Mulheres
    de Zeena Ahmed e Amal Fadhel
    6ªfeira – 31 de Outubro 2008 – 18h30
    Auditório da Biblioteca Museu República e Resistência, Lisboa

    Comentários dos jornalistas:
    Carmen Marques
    José Manuel Rosendo

    A realidade das mulheres iraquianas que vivem debaixo de uma ocupação, narrada na primeira pessoa.

    terça-feira, 21 de outubro de 2008

    "Mulheres em Cenários de Guerra": debate Museu República e Resistência


    O MDM e o CPPC convidam-no para participar no Debate
    Mulheres em Cenários de Guerra

    25 de Outubro – 10h
    Auditório da Biblioteca Museu República e Resistência, em Lisboa

    Com este debate "Mulheres em Cenários de Guerra" pretendemos erguer vozes etecer redes de solidariedade para com as mulheres que vivem em países feitosteatros de guerra, onde as mulheres sofrem, para além do terror da destruição e dosmassacres, atentados à liberdade, assédios, sevícias, violações, enquanto mulheres.


    Queremos estreitar solidariedades para com mulheres que sofrem e choram osmortos mas também morrem no ribombar das bombas. Queremos abraçar as causasdas mulheres do Iraque, da Palestina, do Líbano, do Sahara Ocidental, e tantasoutras porque também elas lutam e resistem.Na presença de mulheres vindas de alguns desses países em guerra e de jornalistasque testemunharam no terreno o sofrimento silencioso e anónimo das mulheres,poderemos todas e todos, ganhar mais adesões para alargar a solidariedade por ummundo mais justo, de igualdade e de paz.

    Neste debate participarão, entre outras/os:

    Carmen Marques, jornalista
    Rosário Salgueiro, jornalista da RTP
    José Manuel Rosendo, jornalista da Antena 1
    Rita Marrafa de Carvalho, jornalista da RTP
    Randa Nabulsi, Embaixadora – Delegada Geral da Palestina em Portugal
    Activista sarauí dos territórios ocupados, torturada pelas forças marroquinas
    Dirigente do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

    SITE DA MÃE DE RUI PEDRO...DIVULGUEM


    Depois da pequenina Maddie, agora a mãe de Rui Pedro, a Dona Filomenade Lousada, também lançou um site para encontrar o filho.
    Transmitam o endereço, se possível a amigos estrangeiros, para ter a maior divulgação planetária...
    Não custa nada e os pais agradecem.
    http://www.ruipedro.net/

    terça-feira, 30 de setembro de 2008

    Lisboa: "Movimento Pijaminha" no IPO

    Quem sabe, pode ser que se encontre algum!
    São necessários pijamas (principalmente) para as crianças que estão no IPO a fazer tratamentos de quimioterapia. Após os tratamentos, os pijamas ficam muito sujos e gastam-se rapidamente. Esta ideia surgiu há dois anos e hoje já é apelidada de *Movimento Pijaminha* pelo sucesso que têm tido os esforços conseguidos! As necessidades existentes passam pela falta de pijamas, pantufas, chinelos,meias, robes e fatos de treino. A vida não está fácil para todos mas dentro das possibilidades de cada um há sempre espaço para participar, comprando ou obtendo junto de amigos e familiares agasalhos que já não sirvam. No ano passado foram entregues 76 pijamas e o IPO ficou muito satisfeito com a dádiva. Este ano vamos repetir a façanha e se possível ultrapassar este número. Se divulgarem já estão a ajudar!!!

    Instituto Português de Oncologia - Praça de Espanha

    sexta-feira, 26 de setembro de 2008

    Junte-se ao protesto da DECO!

    No momento em que as gasolineiras demoram a reagir à descida do preço dos combustíveis, disponibilizamos uma página on-line, onde pode juntar-se ao nosso movimento de protesto e deixar os seus dados. O apoio de todos será utilizado para reclamar direitos junto das autoridades competentes.

    Reivindicamos mais transparência no sector e a criação de uma entidade reguladora competente. Mais: queremos que o Governo aumente a eficiência na sua acção de fiscalização.

    No próximo dia 27, Sábado, junte-se à Jornada Nacional de Protesto e não abasteça os seus veículos durante todo o dia. Para tornar mais visível esta causa, descarregue o cartaz alusivo, imprima e cole-o no seu carro. Na véspera, durante a manhã, a DECO vai estar na Praça Duque de Saldanha, em Lisboa, e as suas delegações regionais, um pouco por todo o País, a distribuir panfletos informativos.

    Desde já agradecemos a sua participação. Faça crescer a lista dos nomes para protestar junto do Governo, passando a palavra a amigos e familiares.

    DECO PROTESTE

    segunda-feira, 12 de maio de 2008

    II Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo e Democracia Local

    15 e 16 de Maio Palmela
    Cine-Teatro S. João Biblioteca Municipal

    O II Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo e Democracia Local tem como objectivos principais promover a informação, o debate e a troca de experiências sobre processos participativos em contextos locais.
    A sua preparação iniciou-se no seguimento directo de um primeiro Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo, realizado em 2007, em S. Brás de Alportel, que reuniu cerca de 200 participantes.

    Inscrições até 13 de Maio
    Envie a ficha de inscrição disponível em http://www.mailfx.info/mlists/cmpalmela/mai08/cmp080508b.gif
    via postal ou fax para: Câmara Municipal de Palmela Divisão de Acção Cultural
    Largo do Municipio 2950 Palmela Fax: 212 338 529
    Informações: 212 338 520 cmp.divcultural@mail.telepac.pt http://www.cm-palmela.pt/
    Organização: Câmara Municipal de Palmela

    segunda-feira, 5 de maio de 2008

    MARCHA À ROTA 2008

    O CPPC apela a todos os amigos a virem marchar contra a base militar da NATO – a base militar da Rota – instalada estrategicamente no sul de Espanha, bem próximo da fronteira com Portugal. Esta base é uma afronta aos povos da Península Ibérica e do Norte de África. Acolhe as unidades da Sexta Frota no Mediterrâneo e o Comando de Mobilidade Aérea dos Estados Unidos, e constitui um importante instrumento de agressão e guerra nas mãos dos EUA e dos seus mais directos aliados. Defendemos que a paz passa necessariamente pelo desarmamento, pelo fim dos blocos político-militares e pelo desmantelamento das bases militares estrangeiras. Esperamos contar com a vossa presença nesta manifestação de paz e pela paz. Partiremos de Lisboa, Setúbal, Beja e Évora no dia 10 de Maio e regressaremos no dia 11 logo após o fim da Manifestação.

    As inscrições deverão ser dirigidas ao CPPC através dos seguintes contactos:
    Telefones: 21 386 33 75 / 21 386 35 75 / 96 634 22 54
    Fax: 21 386 32 21
    Email: conselhopaz@netcabo.pt

    Com saudações de Paz
    A Direcção Nacional do
    Conselho português para a Paz e Cooperação

    quinta-feira, 1 de maio de 2008

    Jovem morre na praia vejam as noticias..e o que podemos fazer..tu tb!

    Estive lá e foi horrível!
    Não conseguir dar-lhe vida!

    há muito que tento formar um clube mas a forma como os interesses se dividem... é mais forte que qualquer iniciativa de um jovem isolado, por isso ajuda-me!

    Tel. 967478505

    Estrutura SURF LIVE SAVING JÀ
    QUERO UM ESTRUTURA SURF LIFE SAVING JÀ! Não quero pertencer a merda do Instituto de socorros a náufragos.. Quer ser um verdadeiro e reconhecido nadador salvador!!!!!!!!!!!!

    http://www.slsa.asn.au/ ( Austrália )
    http://www.slsnz.org.nz ( Nova Zelândia )

    Queremos criar esta estrutura por favor envia este mail as rádios, aos jornais...faz qualquer coisa!!!!!
    A próxima vítima pode ser alguém teu conhecido!

    Jovem morre na praia NÃO há nadadores salvadores
    Morreu um jovem de 20 anos na praia, e estive a socorre-lo, infelizmente não o reanima-mos...
    E os concessionários querem ajudar...mas haverá nadadores salvadores...? neste momento sem o curso as três pancadas que os concessionários se vem obrigados a dar em parceria com o ISN, para combater a falta de nadadores todos os anos...as três pancadas pois a gente q nem sabe nadar q passa neste curso..o último do ano. Enfim, basta irem aos teste do primeiro dia para verem a vergonha que é...na realidade não existem nadadores salvadores neste pais, existem meros peões entre interesses entre concessionários e marinha..um nadador salvador...vejam o que é....procurem: surf life saving na net!!!!!!!Os que existem tiram o curso as três pancadas e depois trabalham meio dúzia de dias... enfim malta jovem...

    Um nadador salvador deve ser um jovem que pertence a um clube ( desde os 8 anos por exemplo ) , que faz competições entre clubes....de outras localidades , que faz voluntariado...etc..imaginem o que seria...300 nadadores salvadores e de varias idades ( desde os que entraram aos que são veteranos )! Uma verdadeira força voluntária que no verão só os melhores estão empregados nas praias..o modelo actual de inserção de nadadores salvadores é uma farsa para tapar os olhos as pessoas!!!!!!!!!!Ajam vejam os links por favor mudem este pais, começa tudo por aqui!!!!Por uma forma de estar na vida diferente! Imagina..nadadores salvadores formados desde pequenos...com rádios, embarcações...não é um sonho...eu sei que vou conseguir divulgar isto de tal maneira q vais divulgar também..divulga por favor!!! Não condenes ninguém!!! DAI A IMPORTANCIA DO DESPORTO NA PRAIA!
    A tal imagem do nadador salvador, sentado, dependente dos bares de praia tem de mudar, e para isso é preciso haver mudanças na forma como toda essa estrutura está organizada. "Life Saving Clubs", procurem na internet. È um assunto que me toca muito, já que conto com mais de 100 salvamento e não posso desempenhar, partilhar, o que aprendi, etc porque não existem estruturas…..já para não alar dos jogos tipo Iron Men, as jornadas, simplesmente espectaculares…triatle, etc…

    Enchimentos à holandesa....
    Passou me uma ideia...talvez seja um idiota...uma pessoa que tem muitas ideias....
    Bem a ideia é simples. Manter a linha de costa protegida com areal...à estilo holandês...
    Todos os anos será necessário encher com areia as praias, ou poderá ser necessário por este andar...
    Bem então a minha proposta é, em vez de encomendar um armador ( embarcação )estrangeira, que seja fabricado em Portugal, quer tem grandes conhecimentos e técnicos especializados nas áreas ambiental e na área da marinha e náutica, um navio com a capacidade de repor as areias.

    Pontos positivos
    -Estamos a criar postos de trabalho. Somos autónomos.
    -Somos Autónomos
    -Precisaremos várias vezes deste navio para outras zonas risco
    -Temos mais tempo para implementar soluções de recuperação e sensibilização
    -Podemos fazer este trabalho a nível mundial ( tornarmo-nos especialistas ) fazendo assim mais encaixe económico...
    São só ideias....
    Caparica sobre olhos de ver...

    Sensibilização ambiental
    A linha de costa da Caparica tem vindo e vai modificar-se gradualmente. A intensidade das tempestades dos últimos anos tornou mais que evidente, que é necessário criar uma estratégia para minimizar estes impactos ou de uma forma ainda mais interventiva, resolvê-los. Estes casos de diferente natureza, necessitam urgentemente de uma postura séria por parte do Ministério do Ambiente, neste caso também o INAG e o Instituto de conservação da Natureza.
    Como nos revelou, Telmo Rodrigues, estudante de Eng.ª do Ambiente na Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologia no Monte da Caparica, ex-nadador salvador, surfista e também filho de um concessionário.
    "Existem duas zonas problema, de origem diferente) problemas diferentes, e logo com duas soluções diferentes.
    A primeira, a zona de S. João da Caparica, onde há pouco mais que uma semana o mar mostrou a sua força, atirou com pedras de tamanhos consideráveis, abriu caminho até o parque de campismo da Inatel e removeu os milhares de toneladas que as dispendiosas máquinas depositaram frente ao Pé Nu. Nesta zona, pouco há a fazer em matéria de conservação da área dunar, é um facto, por muito infeliz que seja teremos todos que o admitir. É tempo de agir enquanto (existe) areia e zona dunar, mas sem dúvida que a intervenção passará obrigatoriamente por engenharia pesada, ou seja a continuação do paredão da Caparica até ao pontão da Cova do Vapor. A areia que se pretende depositar é uma solução, mas será que resolverá de vez, algumas dúvidas subsistem, já que toda a costa sofre de problemas de perda de areia, desde a fonte telha a S.João, porquê arriscar na zona mais degrada, e o resto da costa toda, também se pensa colocar areia nas praias mais a sul? Seria dispendioso!
    Uma prioridade para a Protecção Civil intervir? Mas algo tem de ser feito, muitas vezes é esse o problema, tantas entidades e ninguém dá o primeiro passo, medo do superior ou outros interesses por trás, eis a questão. (Cresce na população e nas pessoas que se vêem ultrajadas com esta falta de acção, a dúvida e a falta de confiança. Parte da irresponsabilidade dos imputados o facto de não se apostar num trabalho ... ) Mas que é uma falta de responsabilidade não existir um trabalho mais operacional, rápido e interventivo comunicado conscientemente à (aos interessados) população local, haverá dúvidas".
    Ao visualizar os impactos, (deixados pela noite do temporal) no dia após a noite do temporal, Telmo refere ter falado com o adjunto do Capitão do Porto de Lisboa, da Marinha Portuguesa, que por sua vez terá sido chamado a deslocar-se para dar a conhecer às autoridades o ponto de situação, que terá levado a decidir uma intervenção rápida para proteger o parque de campismo. ( o que prova que quando é necessário existem meios para agir. Porque não fazê-lo no tempo certo?)
    A segunda zona, a zona dunar onde se situam os bares de praia da zona sul das praias da Caparica. Zona de prevenção e medidas mitigadoras. MAS ONDE ESTÃO!!! Aí a responsabilidade tem de ser partilhada pelos concessionários, pelo do ministério do ambiente, e também pela polícia marítima e até pelo I.S.N., mas também por em todos nós portugueses, por nos deixarmos andar ao sabor da maré, em vez de nos associarmos e tomarmos decisões em conjunto. Ainda existe o paradigma de pertencer a uma associação, e de sermos interactivos, em vez de passivos na nossa sociedade, infelizmente.
    Bem primeiro e por partes, e importante dar a conhecer o fenómeno, ou os fenómenos que actuam em conjunto, pensar e tirar conclusões.
    Não é preciso ter conhecimentos na área de biologia, climatologia e de dinâmica daqueles solos, nada mais para qualquer pessoa que ao observar uma duna não possa sentir, é simples, uma duna não são apenas os caniços verdes, mas toda a área circundante, incluindo a base, que é a zona de crescimento ou renovação, também conhecida por ante-duna.
    O problema aqui é um fenómeno de explosão de veraneantes, que desconhecendo ou não estes conceitos, invade as dunas para se abrigar nas dunas ou namorar, trilha caminhos saindo fora das passadeiras e pontes construídas para proteger as dunas, para chegar mais depressa à praia - com as suas carregadas lancheiras - deixando escapar a verdadeira essência da ida á praia, fazer exercício, respirar ar e iodo!
    Ao invés estamos é assim a contribuir para que ano a ano as dunas fiquem trilhadas e enfraquecidas, e a dar um aumento na percentagem da estatística, do número de obesos da população portuguesa, o que pode indicar uma má educação, e politica sobre a nutrição e a pratica desportiva, isto quando na maioria dos clubes de desporto, existe uma tasca, associada dentro do próprio clube, como se vosso compatível uma intersecção saudável entre estes dois conjuntos. Também se podiam vender cereais com leite também, em vez de apenas bolos nos cafés para pequeno-almoço! Fibras e cereais em vez de açúcares, mais barato e melhor para o organismo. E depois quem é que na Europa se dá ao luxo de comer pequeno-almoço fora de casa. Não admira não existir poupança. Não admira, o mau físico, estando nós entregues à vida de pastelaria! Estamos a tornarmo-nos em pastéis, e cada vez mais temos menos jovens saudáveis. È impressionante a inércia e moleza que os políticos e o povo destes pais têm, primeiro a tomar decisões e segundo ao tomar caminhos de consciencialização social e moral, ultrapassando claramente os conceitos mais recentes, ecológicos. Presos a tradições, barrigas grandes, ou a aristocracia, arriscamo-nos a perder muito, no turismo, na própria vivência como indivíduos, e na partilha de Portugal ao mundo. A televisão, as telenovelas e a nova cultura Pop barata da chamada Televisão número 4, com programas interessantes, talk-show´s, novelas, morangos com açúcar… nada favorece, o desenvolvimento como indivíduos, e de um pais intelectual, e assim teremos que assistir a cada ano que passa a ver os nossos melhores talentos na ciência, dos melhores do mundo, a vender-se, como acontece na maioria das faculdades, e com os protocolos que as universidades portuguesas assinam com outras, de países onde a indústria está mais fortemente associada, como aconteceu á pouco na minha faculdade. Oxalá, o registo de patentes esteja do lado do indivíduo e não do lado das grandes companhias, o que é difícil já que são elas que pagam as investigações, sejam prudentes senhores investigadores.
    Voltando ao ÂMBITO deste artigo…..
    Com o passar dos anos as dunas enfraquecem, mais e mais, e as grandes tempestades de oeste, ventos de mar, encarregam-se de acelerar a erosão natural, devido à pressão do mamífero Homem. As dunas são um indicador social do país. Felizmente novas politicas, como a lei anti-tabaco, protege os que amam o ar puro, e a mente sã, seguindo infelizmente talvez mais a tendência da Europa, que as suas próprias motivações. Oxalá se cumpra a legislação com multas pesadas para quem não cumpra!
    "Há dois anos, quando fui nadador salvador, vedei o acesso às dunas de um dos lados da concessão onde estava a trabalhar, perto da praia do Rei, depois de ter observado este fenómeno. Vestindo a pele de um cientista a decidi realizar uma experiência, ou de um polícia a investigar uma zona de crime, evitei ao máximo que essa área fosse pisada ou utilizada para abrigo do vento e o resultado foi nova vegetação na ante-duna, uma intocada área, a única em kilómetros de extensão na ante duna durante o mês de Junho, o primeiro da época balnear. Fiquei contente por perceber que o fenómeno não era assim tão complicado e poderia ser feita uma pequena intervenção com gastos mínimos de 10 euros por cada intervalo de 50 a 100 metros distância, para proteger a duna. Os materiais utilizados foram: corda retina usada em salvamentos e paus de madeira que estavam sem utilização na área do concessionário, colocados imaginem só, enquanto Portugal jogava com a Grécia no Europeu de Futebol. Pensei e bem, que estava a fazer um bem maior, do que assistir ao jogo. Ao invés de assistir à derrota de Portugal pude desfrutar da sensação de fazer, pelas próprias mãos, algo útil a todos e à natureza. Com este artigo, o que pretendo é dar a conhecer os fenómenos, alertar e pedir às pessoas que deixem um pouco da praia aos seus filhos, e diferenciar as duas zonas de intervenção a fazer. São apenas observações/teses, sem dados experimentais de estudos aprofundados de natureza académica ou políticos, empíricos portanto, mas uma coisa é certa todos somos culpados pela praia estar a desaparecer, ora que vai e circula nessa zonas ora quem nada faz, e é aí precisamente que penso que as autoridades a que refiro poderiam, e devem ter um papel muito importante a desempenhar nesta área.
    Primeiro porque é preciso continuar a insistir na sensibilização ambiental, já que como povo temos tendência a encurtar caminho, segundo porque é necessário criar alguma legislação que proteja estes sistemas vivos e dinâmicos, as dunas, delimitando áreas, intervindo no terreno, e protegendo, e para isso são precisos meios e organismos legais que o façam, e também é preciso vontade. Organismos legais como o I.S.N. que forme clubes de Life Saving Surf - Surf nadadores salvadores, com o apoio da população, para melhor vigilância e protecção da Área de praia, um pouco como os escuteiros do mar, que desenvolvam iniciativas, que participem como voluntários, e que o testemunho passe de geração em geração, criando assim uma família" e um espírito de conservação da natureza e desportivo entre várias camadas etárias. Desta forma, caberia á polícia marítima patrulhar melhor a zona dunar, em conjunto com o I.C.N. em vez dos nadadores salvadores já que estes teriam outro tipo de back up ( não existe nenhum de momento ), formação e postura.
    A vontade, caberia talvez a todos nós, juntamente com os concessionários em iniciar este processo, já que o enfraquecido I.C.N. e o militarismo da Policia Marítima são uma barreira a este desenvolvimento social e importante para o futuro e desenvolvimento desta zona. " Já não é novidade, que os utentes de um espaço público e protegido, deixem um pequeno donativo pela sua utilização.
    A política a implementar é utilizar sem estragar e ainda contribuir para a melhoria das áreas das quais se tira proveito.
    Numa viagem que fiz, ao entrar em terras Maori, na Nova Zelândia, para aceder à praia, deixei um pequeno donativo numa caixa, e em zonas selvagens de trilhos de montanha, o instituto de conservação também constrói albergues para os montanhistas onde se pode pernoitar por 5 dólares Neozelandeses, cerca de dois euros e meio, o que é fabuloso. O posto de turismo passa assim a posto de conservação da natureza onde se fazem as marcações e se paga para acampar na montanha ou dormir na cabana.
    Infelizmente ainda não sei acerca de nada destes tipos de albergue mas penso que é mais uma ideia que posso partilhar convosco fugindo ao tema principal mas alertando que é possível utilizar sem estragar.
    Parece resultar, já que essas pequenas receitas são suficientes para criar receitas para a conservação dessas zonas, permitir e consciencializar as pessoas a visitarem sem perturbar zonas de alto interesse turístico e reserva ecológica. A lógica pode não tem de ser pagar para utilizar, já que se trata de um projecto de reconstrução e protecção dunas, colocando avisos, e vedando áreas, talvez um projecto por donativos, cedência de materiais, voluntariado ( jovens e não jovens).
    Partilho convosco o que sei, porque talvez possamos um dia tomar uma decisão e tentar inverter o rumo dos acontecimentos, que é por inércia nossa, a perda da praia, recentemente classificada como praia dourada -a melhor frente de praia da Europa, recentemente anunciado pela Quercus.
    As últimas sugestões:
    1 - Senhores concessionários, pensem bem, apostem na sensibilização ambiental, evitem pôr chapéus de palha nas dunas ( como na praia da Morena, Castelo etc. ) e apostem em criar a vossa própria estrutura de sensibilização aos vossos clientes, estarei aqui se precisarem.
    2 -O Polis por isto mesmo deveria incluir este tipo de intervenção, física sim com as infra-estruturas do pólo de nadadores salvadores, e até um parque com espécies endemias desta faixa, tipo o jardim dos cactos ou algo parecido, onde se pague para entrar, criando assim um local diferente para contrastar com a feia arquitectura e estado de conservação dos edifícios, sobretudo pela mudança que traria em termos sociais. Porque não existirem multas, em locais onde se considera importante manter o estado de conservação das casas e imóveis nas áreas turísticas, obrigando assim os moradores a pintarem as suas casas e muros exteriores, a costa sobretudo quando se vai na via para as praias a sul está um caos autêntico. Já para não falar no alinhamento dos muros!
    A tal imagem do nadador salvador, sentado, dependente dos bares de praia tem de mudar, e para isso é preciso haver mudanças na forma como toda essa estrutura está organizada. "Life Saving Clubs", procurem na internet. È um assunto que me toca muito, já que conto com mais de 100 salvamento e não posso desempenhar, partilhar, o que aprendi, etc porque não existem estruturas…..já para não alar dos jogos tipo Iron Men, as jornadas, simplesmente espectaculares…triatle, etc…
    3- A C.M.A. tem de rever a sua politica de ambiente, sobretudo em relação a protecção dunar. Imagine-se que os tractores da C.M.A. ou da empresa que faz a limpeza da praia passa tão rente ás dunas que impede o crescimento da ante-duna, assim o processo referido em cima, torna-se ainda mais impossível de revitalizar, já que o arado do atrelado do tractor entra em profundidade. Ao remexer a areia, arranca as raízes, desidrata o solo, impedindo assim uma boa formação dunar por completo. Na tentativa de alertar e tornar sensível, para este problema, abordei o técnico da C.M.A, um homem de barbas com atitude descontraída, informei-o. A resposta que obtive foi uma pergunta:
    - e o lixo?
    E eu Informei, mas a gestão da Câmara é a curto prazo ou deve pensar em preservar este local. Ele disse que o que as pessoas queriam era ver a praia sem lixo….fiquei petrificado, é que ao mesmo tempo fez aquele sorriso….
    Pois bem, senhores utentes da praia, viram as noticias, tem todos uma opinião formada concerteza, façam algo pois daqui a uns poucos anos seram as dunas das praia mais a sul a sofrer deste problema! O mar a invadir e a chegar linha do comboio, onde de futuro estarão os bares de praia previstos pelo Polis! Muito engraçado!
    È engraçado também que o Polis visa remover os bares de praia para proteger as Dunas, mas durante o processo de transição nada fez! Com os milhares de contos que vai gastar a repor areias de um local, impossível de recuperar, está a deixar-se desmazelar em apostar em proteger outros locais. Que crime. Sr. Ministro do ambiente abra esses olhos, saia do gabinete. Como pode dizer que as praias de S.João ficariam descaracterizadas se elas pouco existem ou seja já o estão?
    È preciso investir no desporto, é importante investir na sensibilização, é importante que os cidadãos se unam nestas causas, é que somos tão básicos!!!
    Do que é que estam à espera! Façam os seus comentários….basta escrever, basta enviar, denunciem, falem, exprimam-se, não deixem passar estas coisas passar, basta isso!
    4- A última matéria a que gostava de propor, umas sugestões. A primeira é que os cidadãos que estam contra a ida dos parques de campismo para o pinhal do inglês que ergam a sua voz. É que parece que não, nós residentes da Charneca da Caparica estamos dispostos a criar o nosso próprio parque de campismo, certo? Estamos dispostos a ter um parque de campismo, quem sabe em parceria com o I.C.N. como no caso que referi em cima na NZ, com bengalows, que permita caravanismo, que permita o turismo fluido, ou seja que no máximo cada campista fique uma semana, para evitar a residência efectiva, de pessoas ( sócios ) . Pois é porque é que vem para a nossa freguesia um parque de um clube que nem pertence a esta freguesia? Que condições pensariam eles em vir se tivesses essa pequena hipótese? Permitir este tipo de utilização ou apenas ganhar e facturar alugando os espaços ao ano!!!!? Pois é e porque é que a GnR tem direito a parques de campismo! Porque é que existem direitos para as forças armadas, que os outros cidadãos não têm?? Seram as outras profissões menos dignas?

    Já tem alguma coisa para fazer! Pensem e mexam-se, afinal de contas este é o vosso país! Lutem por vocês e sobretudo pela próxima geração.

    Telmo Daniel – Escrita "Ambiental e Social e criativa"
    daddy_sea@hotmail.com

    Apoio:
    www.fieldofsounds.pt.vu
    http://keepmoving-alohasummerfeast.blogspot.com/
    967478505

    Ciclo de Concertos "Dar a Voz pelos Direitos Humanos"

    ADDHU - Associação de Defesa dos Direitos Humanos
    Rua D. João V, nº 19 - 5º esq.
    1250-089 Lisboa
    Telefone: +351 21 386 9331
    ou +351 96 290 4738
    Fax: +351 21 386 9331

    quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

    PayShop abre a sua rede à Comunidade Vida e Paz

    Acção de emergência para salvar Natal dos sem-abrigo

    A PayShop, empresa de pagamentos do Grupo CTT, vai disponibilizar gratuitamente a sua rede para ajudar a salvar a Festa de Natal dos Sem-Abrigo, organizada pela Comunidade Vida e Paz ( http://www.cvidaepaz.org/).

    O armazém desta organização foi assaltado no passado fim-de-semana, tendo sido furtados numerosos alimentos e bens de primeira necessidade que deveriam ser distribuídos pelos sem-abrigo na festa de Natal, que se realiza nos próximos dias 14, 15 e 16, na cantina 1 da Universidade de Lisboa, em Lisboa.

    Deste modo e até dia 31, qualquer cidadão poderá fazer um contributo para ajudar a tornar melhor o Natal dos sem abrigo. Basta que se dirijam a qualquer um dos mais de 3200 agentes PayShop espalhados pelo País, localizados em lojas de pequeno comércio como papelarias e mercearias e façam o seu donativo.

    Todos os donativos são bem-vindos, por mais pequenos que sejam. Toda a gente pode contribuir a partir de 1 euro. A quantia é entregue ao pequeno comerciante, que a registará no terminal PayShop e entregará de imediato um recibo do donativo, dedutível em IRS.

    O montante recolhido será entregue pela PayShop à Comunidade Vida e Paz e será convertido em alimentos e bens de primeira necessidade, como vestuário e outros, a distribuir pelos sem-abrigo na referida Festa de Natal.

    A PayShop nada cobrará à Comunidade Vida e Paz pela utilização da sua rede, nesta acção que considera de emergência para salvar a festa de Natal dos sem abrigo.

    A Comunidade Vida e Paz é uma instituição particular de solidariedade social, de utilidade pública e sem fins lucrativos, tutelada pelo Patriarcado de Lisboa.

    A PayShop é uma empresa do Grupo CTT especializada em pagamentos de facturas (electricidade, água, telecomunicações, entre muitas outras) e de carregamento de telemóveis e que tem vindo a abrir a sua rede à solidariedade, tendo já feito acordos com o Banco Alimentar contra a Fome, a Unicef e a Ajuda de Berço.

    Esta é a primeira vez, no entanto, que a rede da PayShop é aberta com carácter de emergência para ajudar uma causa de solidariedade.

    sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

    Solidariedade com o Sahara Ocidental

    Concentração
    Sábado – 8 de Dezembro – 14.30H
    Largo Camões – Lisboa

    Perante a próxima Cimeira de 8 de Dezembro entre a União Europeia e África, em Lisboa, a que assistem os Chefes de Estado e de Governo da Europa e África para tratar de diversos aspectos da cooperação entre os Continentes, a Coordenadora Estatal de Associações Solidárias com o Sahara, CEAS – Sahara (Espanha), o Conselho Português para a Paz e Cooperação – CPPC (Portugal) e a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – CGTP-IN (Portugal) querem manifestar que:

    Esperemos que não se tente esquecer a grave situação que é atravessada pelo povo saharaui, que há mais de 32 anos tenta que se aplique a legalidade internacional e possa exercer o seu direito à autodeterminação e independência, como todos os outros povos africanos, que depois da colonização, decidiram livremente o seu futuro.

    É uma boa oportunidade para a UE, especialmente para Espanha, que se assuma as responsabilidades que continuam a existir no processo de descolonização do Sahara Ocidental, que foi obstruído pela invasão militar de Marrocos desse território, em flagrante contradição com a legalidade internacional, Resoluções das Nações Unidas e o acórdão do Tribunal Internacional de Justiça de Haia, e se exija ao Reino de Marrocos o cumprimento das múltiplas resoluções das Nações Unidas e da União Africana que reconhecem o direito à autodeterminação do povo Saharaui.

    Esperamos que seja exigido a Marrocos o respeito dos direitos humanos da população civil saharaui e a libertação de todos os presos políticos e desaparecidos. A estabilidade e progresso económico e social do norte de África dependem em grande medida da solução justa e definitiva de um conflito que já leva muitos anos e que impede a cooperação e o desenvolvimento da região do Magreb. A Cimeira de Lisboa deve proporcionar o respeito à legalidade internacional, a necessidade de salvar a paz e a segurança, seriamente ameaçados nesta frágil região pela posição intransigente de Marrocos e a sua obstrução à procura de uma solução que respeite o direito inalienável do povo saharaui a decidir livremente o seu futuro.

    CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação (Portugal)
    CEAS – SAHARA – Estatal de Associações Solidárias com o Sahara (Espanha)
    CGTP-IN – Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Inter Sindical Nacional

    Almada Pela Paz
    núcleo local do Conselho Português para a Paz e Cooperação
    http://almadapelapaz.no.sapo.pt