domingo, 20 de janeiro de 2008

Plastica no Festival de Corroios'2008


Plastica no XIII Festival de Música Moderna Corroios'2008

Trazem na bagagem as músicas de um novo disco, em que o Rock aprendido na estrada ao longo dos tempos impera. São canções ásperas, vestidas de guitarras rudes, polidas e solitárias, são músicas criadas entre auto-estradas e encruzilhadas, encontros e desencontros, sem luxos, nem pretensiosismo, longe das câmaras e da maquilhagem.

Desde Janeiro deste ano, têm o seu último álbum de originais "Kaleidoscope" distribuído na Alemanha pela Radar Music. Encontram-se também já disponíveis no itunes, os álbuns "The red light underground" e "Kaleidoscope".

No dia 23 de Fevereiro sobem ao palco do Cine-Teatro do Ginásio Clube de Corroios, como banda convidada da 2ª Sessão do XIII Festival de Música Moderna Corroios'2008.

+ info:
Apoio à imprensa:
http://festivalmusica.jf-corroios.pt/imprensa.htm
Festival de Corroios:
http://festivalmusica.jf-corroios.pt/
www.myspace.com/festivaldecorroios
http://festivaldecorroios.hi5.com

Plastica:http://www.plasticamusic.com/

Emoções e Aventura - ANIME

Emoções e Aventura na BTL
Sesimbra, mostra-se na BTL com todo o seu potencial enquanto destino turístico, para os amantes dos desportos Natureza e Aventura.A ANIME ilustra esse potencial através dos seus mimos aventureiros, em Mergulho, Escalada, Espéliologia e Kit Surf.Visite a BTL e vá ao Stand de Sesimbra banhar-se num mar de emoções e simpatia.

“O Ser” – Performance Artística
Para dar o mote á exposição de pintura “O Ser” Patrícia Reis e os Artistas convidados, Júnior Wagner e Mariana Paraizo apresentaram hoje na loja Onda Ond@Jovem uma performance intitulada “O Ser”.

Conversas Com Onda
Este Sábado o Astrónomo Amador Pedro Pereira da ANIME, foi o convidado das conversas com @nda na loja Ond@Jovem da Quinta do Conde, onde apresentou alguns aspectos do Céu que nos rodeia e das questões que se nos colocam.

Oficina de Carnaval


A OFICINA DAS EXPRESSÕES tem a decorrer para as férias de carnaval:

Oficina Máscaras de Carnaval - 01, 04 e 05 de Fevereiro

6ª Feira – dia 01 de Fevereiro
Das 16h00 às 18h00 - Construção de Máscaras

2ª Feira - dia 04 de Fevereiro
Das 15h00 às 18h00 - Construção e finalização das Máscaras

3ª Feira - das 16h00 às 19h00
Baile de Máscaras - Desfile e Concurso de Máscaras

15 euros
Público alvo: Crianças dos 4 aos 12 anos.

Oficina das Expressões
Centro Artístico e Educativo de Apoio à Infância, Lda.
Rua De José Vicente Da Costa, 2B
2825-351 Costa de Caparica (junto às Torres das Argolas)
Pessoa Colectiva nº 508 253 624
Capital Social 5.000€
C.R.C.4609
Tel.: +351 212903333
Email: oficinadasexpressoes@clix.pt
http://oficinadasexpressoes.freealoja.com
http://oficinadasexpressoes.blogspot.com

PIA em Formação com Cia Kalatharangini




A Cooperativa Cultural PIA - Projectos de Intervenção Artística, CRL informa que durante o período de Dezembro de 2007 a Fevereiro de 2008, os actores Pedro Leal e Helena Oliveira encontram-se em formação com a Companhia de Teatro/Dança Kalatharangini em Kerala (Sudoeste da Índia).

Esta formação intensiva engloba técnicas de Kathakali (Teatro do Gesto), Bharata Natyam (Dança Clássica) e Kalaripayattu (Arte Marcial).

Para mais informações contacte / For more information please contact:
PIA - Projectos de Intervenção Artística, CRL
Morada / Address: Rua Luísa Todi, n.5 2955-111 Pinhal Novo, Portugal
Telephone/Fax: (+351) 210 882 255
E-mail: piacrl@gmail.com
Website: http://piacrl.no.sapo.pt/
Blog: http://projectospia.blogspot.com/
Director Artístico / Artistic Director:
Pedro Leal (+351) 933 994 616
Directora de Produção / Production Directress:
Helena Oliveira (+351) 936 476 878

25 e 26 Jan.| CCB: OPERAÇÃO: ORFEU


"OPERAÇÃO: ORFEU"
ÓPERA VISUAL EM TRÊS ANDAMENTOS
UMA PRODUÇÃO HOTEL PRO FORMA

25 E 26 JAN. 21H00 GRANDE AUDITÓRIO
CENTRO CULTURAL DE BELÉM


Concepção Direcção: Kirsten Dehlholm
Música: Bo Holten, John Cage e C. W. Gluck
Legendagem em português

OPERAÇÃO: ORFEU, pela companhia dinamarquesa Hotel Pro Forma, é uma ópera visual inspirada no conhecido mito do músico apaixonado que desce ao mundo dos mortos para recuperar Euridice. Foi apresentada no CCB, em 1998, durante o Festival Mergulho no Futuro – Expo'98.



"Operação: Orfeu" é uma performance como um ritual. Baseado no mito de Orfeu e Euridice, é composto por uma sequência cénica de imagens com andamentos formalizados, desenhados pela luz e apoiados pelo canto sinfónico. A performance desenvolve-se por oposições: a escuridão e a luz; a vida e a morte; o som e o silêncio. Sendo uma ópera visual, explora reminiscências mais profundas do antigo mito, nas suas associações inevitavelmente emergentes de formas pré-conscientes

Como o mito é muito conhecido, não há necessidade de contar o enredo detalhadamente, mas este pode servir como fio condutor dramatúrgico. "Operação: Orfeu" está dividida em três partes. A escuridão prevalece na primeira parte e refere-se à descida de Orfeu. Do indistinto claro-escuro da segunda parte, surgem pessoas que reclamam a subida de Orfeu. Uma luz forte aparece quando a terceira parte começa e reflecte a perda de Euridice, como se fosse uma lembrança revelada. Segue-se uma sequência de imagens, uma permuta entre a ilusão total do plano bidimensional e a profundidade tridimensional.

A estrutura do cenário delimita o finito e é a passagem para o infinito. Dentro desta estrutura, os modos habituais de ver e de compreender estão suspensos ou deslocados. A mudança de perspectiva reside em formas que coexistem entre uma tela gigantesca e outra com uma profundidade monumental. Os detalhes mais pequenos podem ser vistos através da limpidez da ampliação, mas tornam-se irrelevantes quando confrontados com o conjunto. O conhecido e o desconhecido são trazidos para novos alinhamentos de modo a criar assonância poética – destituída de sentido resoluto na sua afirmação, ainda que preenchida de sentido na sua experiência.

Por toda a parte, os intérpretes transformam a composição do espaço consoante se movem, como se fossem elementos de uma pintura animada ou de uma escultura. As acções minimalistas dos cantores relacionam-se cuidadosamente com a música, mas não a interpretam. Assim, duas linguagens diferentes sobre movimento e música comunicam-se de um modo subtil, sem se ilustrarem uma à outra.

A bailarina solitária é a única figura que pode ser encarada como representante da narrativa do mito, embora não se lhe possa atribuir qualquer personagem em particular – podia ser Orfeu, podia ser Euridice. Podia, até, ser o próprio contador de histórias.

Tal como os elementos visuais, a música cria um jogo de diferença através de oposições que se atraem e se iluminam uma à outra: o ténue e o volumoso, o esporádico e o unificador, o solista e o coro.

O minimalismo de John Cage é representado num coral puro e enérgico, enquanto a música de Bo Holten, inspirada no coro da Renascença, e especialmente composta para esta produção, é exuberante e sugestiva. A famosa ária "Che faro sensa Euridyce" da ópera Orfeu e Euridice de Gluck surge como uma citação clássica, um ícone, uma memória.

O elenco é composto por doze cantores, um solista mezzo-soprano, um bailarino a solo e o maestro.

Tradução: Mafalda Melo Sousa

Teatro e Marionetas de Mandrágora - Newsletter Fevereiro